— Aceita? — Os olhos dele estão presos aos meus, mas agora não tão firmes quanto parecia quando entrei na sala. — Sim. Eu vim aqui dizer isso olhando nos seus olhos, porque diferente de você, eu não sou covarde. — Cuspo as palavras sem nenhum filtro e me viro para ir embora. Mas Arthur agarra meu braço e me puxa bruscamente contra ele. Nossos corpos se chocam, meus se.ios chegam a doer quando se batem contra a parede de músculos rígida. — Me solte. — Onde vai? Direto para ele? Vai trabalhar com o Alexander? — Os olhos dele tremem, a mão no meu braço não se move. — Não é da sua conta. — Lembro. — O que eu faço da minha vida, para quem eu trabalho, onde, nada disso é da sua conta. SOLTE. — Por que fez aquilo, Elena? Por que me humilhou daquele jeito na frente de todos os acionistas?

