LUIZA Já no quarto, o Felipe falou que iria encher a banheira para que pudéssemos tomar banho. — Vem amor, a banheira está pronta — ele falou após alguns minutos, me puxando pela mão. Ele entrou, eu me apoiei na mão dele e entrei também. Ele sentou, e me puxou para sentar de costas para ele, encostada em seu peito. — Você está melhor? — perguntou sorrindo. — Mais ou menos — falei também sorrindo. — Mais para menos. Eu peguei uma das mãos do Felipe e coloquei na parte mais sensível da minha intimid@de. — Não sei o que tinha no champanhe, mas vamos tomar sempre — ele falou sussurrando no meu ouvido, enquanto massageava aquela região, me fazendo gemer. — Não é o champanhe que me deixa assim, é você — falei direcionando a minha mão até o seu volume, que fazia pressão nas minhas costas.

