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2127 Palavras

ISA A consciência veio lentamente, cutucando a parte de trás da minha mente enquanto meus cílios tremulavam levemente contra minhas bochechas. Acordar do poço mais profundo do sono, o tipo de sono que vinha sem sonhos e onde nada existia além do vazio de tudo que consumia meus pensamentos acordados, não foi fácil. Como nadar para uma superfície que eu nunca conseguia alcançar, meus dedos sempre ficavam a centímetros de distância de romper e sentir a corrente de ar em meus pulmões. — Ela está acordando. — disse uma voz familiar, puxando a névoa ao meu redor. Ele se filtrou através da neblina e alcançou as águas, agarrando aqueles dedos tão perto da liberdade e me puxando para fora com um movimento repentino. Engoli em seco, sugando ar em meus pulmões enquanto meu peito arfava com a forç

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