RAFAEL Apertei a cintura de Isa com mais força e a puxei de volta, colocando distância entre ela e o predador que a olhava como se ela pendurasse a lua no céu e pudesse ser tudo o que ele precisava. Ela só podia ser isso para uma pessoa, não era a pequena larva retorcida que tocava sua irmã como se sua própria existência não fosse um insulto a Isa. Ela só poderia ser isso para mim. — Acredito que esta conversa acabou. — eu disse, me esforçando para manter toda a inflexão fora da minha voz. Mostrar minha mão tão claramente quando Isa estava segura ao meu alcance teria sido um esforço t**o e inútil. Mesmo que minha necessidade de mutilar e matar ameaçasse tirar todo o meu pensamento racional e me deixasse encolhendo internamente como um dos cães adestrado esperando por um deleite. Meu mi

