Capítulo 4

1143 Palavras
No outro dia Raphael acorda com o despertador tocando,ele abri os olhos e ver que já era quatro horas da manhã ,ele levanta da cama vai para o banheiro faz sua higiene matinal ,vesti um conjunto de moletom calça um tênis pega o celular o fone de ouvido sem fio e desce pra cozinha pega sua garrafa com suplementos e sai de casa para sua caminhada matinal . Ele corre por cerca de meia hora e depois volta para casa deixa a garrafa em cima da mesa sobe para o quarto tira a roupa e vai para o banheiro onde tomar outro banho para tirar o suor do corpo e já te banho tomado ele enrolou uma toalha na cintura e vai até o closet onde veste seu uniforme da polícia coloca o coldre na cintura e outro na coxa amará os cabelos em um coque e por último ele pega o óculos de sol a chave do carro e desci pra garagem onde entra no carro e dirigir para delegacia e chegando lá ele estaciona a viatura e entra comprimentando os companheiros de equipe e assim que Nicole ver o Moreno ela anda até ele com um sorriso no rosto - Bom dia Monteiro - bom dia Nicole - ele fala com um sorriso e segue para a sua sala onde Leon entra logo em seguida também. — O que temos pra hoje? _ Mandado de prisão e apreensão de armas - Vamos nessa então - Eles pegam os papéis e sai com Leon na direção da viatura e dirigir até o lugar indicado que era um prédio na zona sul da cidade ,eles sobem pelas escadas e tem um pouco de dificuldade para chegarem na casa indicada. Chegando lá eles batem na porta e a mesma está trancada. — Abram a porta é a polícia.— Raphael grita e ao contrário do que eles gostariam de ouvir, ouviram só o barulho vindo do lado de fora e logo eles perceberam que o indivíduo estava fugindo pela janela. Eles correram e se dividiram e depois de muita perseguição eles conseguiram pegar e viram cumprir a outra ocorrência sobre as armas. (...) - Caramba, hoje o dia foi bem cansativo, eu estou morto.— Leon fala ao entrarem na sala do delegado - Nem fala ,mas pelo menos tivemos sucesso - Verdade,eu vou me trocar pra ir embora - também vou fazer o mesmo.— Raphael disse Leon saiu da sala e quando Raphael se preparava para sair também uma senhora estava na delegacia , esperando impaciente por um policial pois a maioria ainda não tinha chegado dos seus serviços. - Olá ,posso ajudar em alguma coisa? _ Sim,eu vim aqui fazer uma denuncia - venha até minha sala por favor - assim ela faz - Então,que denuncia você quer fazer.... - vitória,meu nome é Vitória - certo - Tem uma menina que saiu ontem para procurar emprego e até agora ainda não voltou,a conheço menos de um mês mas sempre ela voltava pra casa toda vez que ela saia, pois estava em busca de emprego ,só que dessa vez foi diferente, ela estava decidida de que tinha arrumado um emprego, para pagar o aluguel mas infelizmente não voltou pra casa e já se passou as vinte e quatro horas, por isso estou aqui.— Ela fala bastante preocupada. - qual o nome dela e como ela é? - Ela se chama Gabrielly Reis, tem 19 anos, é baixa 1,50 de altura ,morena ,isso é tudo que eu sei dela - Você já tentou procurar ela na casa dos amigos? Recebemos muitas denúncias de desaparecimento mas o jovem estava apenas com os amigos - Ela ainda não tem amigos na cidade ,eu estou pensando que algo de muito grave pode ter acontecido com ela. — Porque senhora acha isso? — porque quando conversamos ela me mostrou uma sobre o tal emprego, e tinha algo estranho - Como assim?você lembra do endereço - Sim,era no restaurante bom sabor na rua vinte e cinco de março,mas o que me chamou mais atenção foi o valor para um simples Trabalho de garçonete. - qual o valor? _ Mais de quatro mil reais - Realmente é um preço muito alto,eu vou passar nesse restaurante e saber a respeito disso. - Obrigado- depois de vitória assinar a folha para registrar o BO ela vai embora e Raphael respira fundo e passa as mãos na cabeça em sinal de frustração e cruzar os braços logo em seguida com vários pensamentos em mente. - Vamos ?oxi ainda tá assim?- Leon Pergunta já pronto pra ir - Eu acabei de receber uma denuncia de um desaparecimento de uma garota ?e vamos ter que investigar com as informações que a senhora passou pra mim - Caramba Medeiros, tem certeza que você quer fazer isso hoje? ,eu estou fodidamente cansado. - Também estou e esse é nosso trabalho ,vá se trocar e vamos - Tudo bem fazer o que né- ele volta pra vestir o uniforme da polícia e saem da delegacia para o endereço indicado do restaurante, onde provavelmente seria o último lugar que a tal Gabrielly esteve de acordo com a vitória. (...) Enquanto isso, como previsto, o galpão de Fábio estava bem movimentado para o início do leilão que acontecerá em menos de alguns minutos, depois de tudo passou em tão pouco tempo, Gabrielly era praticamente um robô,ela não tinha reações a nada do que eles falavam, sua alegria não existia mais até sua aparência mudou, ela está de cabelos curtos com maquiagens fortes destacando bem seu rosto, coisa que ela odiava fazer, ela não tinha mais esperança nenhuma de sair daquele lugar. — Cinderela já se vestiu?- Mileide chama a morena com o nome que Fábio deu pra ela entrando dentro do minúsculo quarto que ela estava, mas ela não responde nem se mexeu — Eu estou falando com você, garota?- ela fala jogando as roupas que estavam em cima da cama da mesma forma que Lucas deixou em cima da morena que estava parecendo mais um zumbi,mesmo com seu rosto lindo e angelical. — Você tem cinco minutos para ficar pronta ou terá consequências- ela sai da porta batendo-a com força e depois de alguns segundos Gabrielly levanta e se veste, e vendo o quanto ela estava vulgar com aquelas roupas, ela respira fundo e se dirigir até o pequeno banheiro onde pega uma gilete que ela tirou de um aparelho no dia anterior, senta no canto e começa a dar pequenos cortes nas coxas e pulsos,tudo isso pra curar a dor que ela sentia por dentro, por ser leiloada para qualquer um, e no meio desses pensamentos, ela tinha certeza de uma coisa, que se seus pais fossem vivos ela não faria passando por essa situação, e foi com esse pensamento que ela acabou perdendo a consciência.
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