A noite estava dando sinais de ser linda, as estrelas e a lua iluminavam o céu. Estava no ponto de ônibus junto com Adam que continuava um pouco estranho. - Mi – ele chamou e imediatamente olhei para o seu rosto. Ele coçou a cabeça e olhou fixamente para mim. - Você acredita em sinais? – perguntou. - Como assim sinais? - Por exemplo acredita em pequenas dicas que o destino dá sobre o futuro? - Por exemplo quando eu te liguei ontem? Que ninguém mais atendeu o celular? – falei ainda confusa com essa conversa. Ele pensou um pouco e depois quase num grito disse “exatamente” - Eu não sei. Nunca parei para pensar nisso antes, acho que não devemos acreditar no destino, pelo menos não quero acreditar que ele já está escrito. Ele me olhou confuso. - Eu posso saber o que aquele senhor que

