capítulo 05

2589 Palavras
O quarto dele é enorme. As luzes estão desligadas, mas a luz que a TV emite é o suficiente para que eu veja tudo com clareza. Dante está sentado na poltrona, vestindo um samba canção e uma camisa sem gola. Ele direciona o seu olhar para mim, focando nos meus olhos. - vem aqui.- ele ordena, então eu começo à caminhar em sua direção, sentindo o piso frio e liso sendo substituído pelo carpete felpudo à medida que me aproximo. - senta aqui.- ele aponta para o próprio colo, sem deixar de lançar um sorrisinho para mim, mostrando seus dentes super brancos. Faço o que ele mandou, sentando bem em cima do seu... Dante leva as mãos imediatamente para minhas nádegas, dando um leve aperto nelas antes de levar sua boca até a minha. Ele tem um cheiro bom, é uma mistura de perfume com o aroma natural e masculino que seu corpo exala. Já que eu que dei o primeiro passo, não há motivos para que eu não retribua. Envolvo seu pescoço com meus braços e o puxo para mais perto ainda, fazendo nossos p****s colidirem com força, de modo com que cada centímetro de nossos corpos estejam colados um no outro. Empino um pouco a b***a, já sentindo seu p*u crescer sem parar e ficar pressionado ali. Suas mãos passeiam pela minhas costas, cintura e b***a sem parar, arrancando alguns gemidos de mim, que são abafados pela sua boca. - eu sabia que você não iria resistir.- murmura vitorioso assim que separamos nossas bocas pela falta de ar. Decido ignorar isso, então simplesmente começo à rebolar em seu colo, criando atrito entre nossos corpos e tirando um gemido alto dele. - você é incrível!- ele sussurra no meu ouvido, antes de ir descendo a boca pelo meu pescoço dando beijos molhados e apertar minha cintura e me puxar com força para baixo, pressionando ainda mais seu p*u na minha b***a. Os seus beijos continuam pela minha clavícula e ombros, fazendo eu mover a cabeça involuntariamente e enterra-la no seu peitoral, tentando fugir das cócegas que isso provoca. - quero que você tire a minha roupa.- diz baixinho, com uma voz sedutora. Não penso duas vezes antes de levar as mãos até a base da sua camisa e a puxar para cima. Dante levanta os braços para que eu à tire com mais facilidade. Depois de passa-la pela sua cabeça, jogo a camisa por cima do ombro, sem me importar onde ela vai parar, porquê estou hipnotizado pelo seu peitoral musculoso e bronzeado. Coloco as palmas das mãos ali, sentindo os músculos duros sob a pele, como se fosse aço coberto com veludo quente e macio. Meus dedos se movem por vontade própria e traçam um caminho sobre a pequena fileira de pequenos pelos loiros que seguem do seu umbigo para dentro do seu calção. - agora tire a sua.- ordena, se referindo à única coisa que estou vestindo: uma cueca boxer. Mesmo sem querer, levanto do seu colo e fico de frente para ele, sem tirar os meus olhos dos seus. Levo à mão até o cós da cueca. E começo a desce-la bem devagarinho para provoca-lo ainda mais. Depois de ficar completamente pelado, coloco as mãos na cintura e lanço um sorriso provocador para ele. - vire de costas.- manda ele, fazendo eu me sentir em um filme pornô. Mesmo assim, faço como ele pediu, dando as costas para ele. Dois segundos depois, ele levanta da poltrona como um foguete e me puxa contra si, envolvendo minha cintura e enterrando a cabeça no meu pescoço, onde ele dá um chupão e aspira meu cheiro. - você é lindo Lukka!! E essa bunda...- ele leva a mão até lá e aperta uma das minhas nádegas com força, o que provavelmente vai deixar uma marca avermelhada na minha pele branca, como se estivesse marcando território. - tira o resto das minhas roupas.- a urgência da sua voz faz eu levar a mão até o seu calção e apertar o seu p*u, sentindo toda a sua grossa e pulsante ereção. Me abaixo na sua frente, antes de levar a mão até o cós do calção e começar à desce-lo bem devagarinho, deixando a cueca boxer azul no mesmo lugar, para provoca-lo. - anda logo... Po-por favor!!- ele implora, fazendo eu olhar para cima e encarar seus olhos, onde as pupilas estão tão dilatadas que torna quase impossível enxergar o verde das íris. - calma.- repreendo-o, direcionando o olhar para a cueca à poucos centímetros da meu rosto. Me aproximo, passo os lábios por cima do tecido da cueca e aspiro seu cheiro masculino, provocando-o ainda mais. Depois disso, finalmente levo as mãos até o cós da cueca e a puxo para baixo, revelando o seu p*u grande, que implora por atenção. Olho para cima e o encaro, fazendo uma pergunta silenciosa. - por favor!- fala manhoso. Colocando a cabeça rosada do seu m****o a milímetros da minha boca entreaberta. Com uma das mãos, começo a massagear seu p*u carinhosamente, enquanto a outra está na sua cintura. Depois de alguns tempo, levo os lábios até a glande rosada, movendo-os bem devagar, enquanto minha língua passeia por ali. Os gemidos dele se intensificam, fazendo o meu p*u ficar tão duro que chega a doer. Ele leva as mãos até o meu cabelo, enterrando os dedos nele e tomando bastante cuidado para não puxa-los. Tento colocar todo o seu p*u na minha boca, mesmo que isso me faça engasgar algumas vezes. Depois de algumas tentativas, finalmente consigo fazer isso, sentindo o seu p*u na minha garganta e os pequenos pelos da base no meu nariz. Retiro o seu p*u da minha boca devido à falta de ar, então dessa vez levo os lábios até suas bolas. Minha língua passeia por ali e pela base do seu pênis por alguns minutos, até que ele me pega pelos ombros e me coloca de pé. - isso foi... Maravilhoso!!- exclama. Não tenho tempo de dá a resposta, antes que ele me puxe para se e comece à me beijar com força, enquanto nossos p****s e paus ficam pressionados. - agora é minha vez.- sussurra, fazendo eu franzir a testa, sem entender o que ele quer dizer. Ele apenas me lança um sorriso antes de me pegar no colo com uma força que eu não sabia que ele tinha (porquê mesmo sendo menor que ele, ainda sou um pouco pesado) e me carregando até a cama, onde ele me coloca com cuidado e leva a boca até o meu p*u. Um gemido sai do fundo da minha garganta assim que sua língua toca a cabeça do meu p*u, ela passeia por ali fazendo círculos molhados e deliciosos. Com uma das mãos, ele massageia meu saco, fazendo os gemidos se intensificarem. - p-para! S-senão eu vou gozar!!- alerto, fazendo ele parar e sorrir para mim. - rápido ein??- fala sorrindo, cheio de satisfação, o que me deixa vermelho. - vire de bruços.- ele manda, mas não tenho tempo de fazer isso antes que ele mesmo me pegue pela cintura e me vire, como se não pudesse esperar em um segundo à mais. - empina essa b***a linda para mim vai.- pede, e mesmo morrendo de vergonha, faço o que foi mandado, me expondo totalmente para ele. - você. É. Lindo.- me elogia, fazendo eu enterrar a cabeça na cama macia, tentando esconder o meu rosto vermelho. - a sua bundinha parece ser muito apertada, por isso, vou ter que preparar ela para meu pau.- Olho por cima do ombro, sem entender o que ele quer dizer. Ele coloca um dedo na minha b***a, onde o enfia de uma vez. - AAAH!!- grito espantado. - desculpa. Eu te machuquei?? -hum... Não.- respondo, já que o grito foi mais de surpresa do que de dor. - se você se sentir desconfortável e não quiser continuar, basta falar okay?? - okay.- digo, antes de empurrar minha b***a descaradamente contra seu dedo, mostrando que eu estou bem. - e você diz que eu sou o tarado.- brinca ele, enquanto começa à tirar e colocar carinhosamente o dedo na minha b***a. Depois de alguns minutos, ele coloca dois dedos, e repete o processo até eu me acostumar. - pronto. Acho que você já está preparado.- diz, ele pegar um p**********o na cômoda ao lado da cama, rasga o lacre e o coloca em seu p*u, antes de subir em cima de mim e encaixar seu p*u na minha entrada. Eu sempre fui o passivo da relação, mas não sou nenhum pouco afeminado. As pessoas nunca desconfiariam que eu sou gay se eu não falasse isso, e a primeira reação delas é “sério, não parece!”, o que me deixa um pouco desconfortável e com vontade de responder “e vocês são heteros, o que é estranho, pois não parece!”. Não posso deixar de ficar nervoso, já que o p*u dele é mais grande e grosso que dois dedos. - vai ficar tudo bem, eu vou ser carinhoso.- me tranquiliza, já introduzindo a cabeça do seu p*u em mim. No início, é um pouco desconfortável, mas eu fico meio que entorpecido pelos seus beijos e carinhos no meu pescoço, e quando noto, ele já está completamente dentro de mim, com seus pequenos pelos fazendo cócegas na minha b***a. - tudo bem??- pergunta contra meu ouvido. - sim. - vou esperar um pouco, para seu cuzinho se acostumar com meu tamanho.- fala, me fazendo corar ainda mais. Dante continua a beijar meu pescoço e minhas costas, enquanto seus braços me envolvem com força e seus dedos apertam meus m*****s. - posso começar à me mover?? Está tudo bem??- diz. - s-sim.- gaguejo, sentindo o coração acelerar descontroladamente. Dante começa à se mover lentamente no início, apenas tirando e colocando seu p*u dentro de mim novamente por algum tempo, até que o ritmo das estocadas aumentam, assim como os nossos gemidos. -está gostando??- seus lábios sussurram no meu ouvido, fazendo cócegas e ondas de prazer dançarem naquela região. - sim.- é a única coisa que consigo falar. - pode ficar melhor ainda...- ele sai de dentro de mim, me fazendo sentir uma espécie se vazio e a urgência de ter seu p*u ali novamente me preenchendo. Olho por cima do ombro, praticamente implorando. - fique de quatro.- fala urgentemente. Faço isso, colocando todo o peso do meu corpo nos joelhos e braços, enquanto empino minha b***a. Ele fica de joelhos e se posiciona atrás de mim, com as mãos em minha cintura e a cabeça do seu p*u tocando minha entrada, mas sem me penetrar. Por alguns segundos, nada acontece, até que Dante entra em mim de uma só vez em uma grande e forte estocada. - AAAH!!!- minha visão turva por alguns instantes, espero a onda de dor chegar, mas o que chega é uma onda de prazer, que toma conta de mim. - doeu??- ignoro completamente ele, sem saber se o entendi ou se sequer estamos se quer falando a mesma língua, tudo que sei é que preciso de mais, muito mais. - por favor... Me fode.... Com força!!- imploro, enquanto empurro minha b***a contra seu p*u. - com prazer, baby!- seus movimentos começam novamente, ele coloca toda sua força neles, fazendo minha b***a colidir contra ele na maior força que conseguimos. Nesse momento, não me importo com nada, não há uma dívida de 1 milhão, não há um ex-namorado mafioso, não existe Lukka, não existe Dante, NÃO EXISTE PLANETA TERRA!! Tudo que consigo pensar agora é no prazer que estou sentindo, nos corpos suados que eu não consigo distinguir onde um começa e o outro termina, nos gemidos e no seu p*u se enterrando em mim! - eu... Eu... Vou gozar!!- ele anuncia, intensificando ainda mais as estocadas, o que é quase humanamente impossível. Um urro escapa do fundo da sua garganta quando ele chega ao seu clímax, derramando a sua p***a dentro de mim. g**o na cama sem ao menos tocar no meu p*u, o cheiro de s**o, o seu p*u em mim e a sua cara de extasiado foram mais do que o suficiente. - isso foi demais.- murmura, antes de tirar o seu p*u da minha b***a e deixar o seu grande corpo musculoso e suado cair ao meu lado na cama. - sim, foi demais.- digo, ainda respirando com dificuldade devido ao cansaço. - você é maravilhoso Lukka, sua b***a é um verdadeiro paraíso.- elogia ele, voltando seu olhos ainda com as pupilas dilatadas para mim. - obrigado, você também é muito gostoso.- devolvo o elogio, que é a mais pura verdade. Meu chefe me puxa para si, pressionando nossos corpos suados e com cheiro de s**o um no outro. Descanso a cabeça no seu peito e aspiro seu cheiro delicioso. - nós vamos ter que combinar algumas coisas Lukka, tipo umas... Regras.- sua voz quebra o silencio, me fazendo olhar para o seu lindo rosto e pedir para que prossiga. - como você sabe, eu não quero entrar em um relacionamento sério, nós vamos nos divertir bastante durante esse mês, mas não de forma sentimental okay? Vamos ser apenas amigos.- ele informa, com um olhar de preocupação, como se esperasse que eu fosse daqueles sentimentais, que fazem s**o uma vez, já apaixonam e blá blá blá, eu não sou desses, pelo menos não mais. - concordo plenamente com isso, podemos ser amigos.- digo, observando uma onda de alivio cruzar o seu rosto. - ótimo. Nós também seremos monogâmicos, ou seja, seremos só você e eu durante todo o mês, nada de se relacionar com outras pessoas.- explica, como se eu não soubesse o que é monogamia, mas resolvo não falar isso e deixar ele ficar dando uma de sexólogo. - estou de acordo. Não gosto de dividir as coisas.- exclamo sorrindo, enquanto brinco com seus m*****s. - você também vai ter que dormir comigo todos os dias. - okay. Vou usar você como travesseiro.- sussurro baixinho e continuo brincando com seus pontos sensíveis. - acho melhor irmos tomar um banho, para depois irmos dormir. Sugere, depois que conversamos por mais alguns minutos. - sim.- levanto de cima dele e saio de cima da cama, sentindo um vazio dentro da minha b***a e um sentimento de satisfação. Ele também sai da cama e vem em minha direção, pega a minha mão e me guia até o seu banheiro, onde ficamos debaixo d’água por mais ou menos meia hora, tirando o suor e o sémen de nossos corpos (além de trocar algumas carícias). - acho que teremos que trocar a colcha da cama.- digo, assim que voltamos completamente nus para o quarto. - já está tarde e eu estou morrendo de preguiça e sono. Vamos dormir no seu quarto, amanhã eu troco.- responde ele, antes de colocar as mãos na minha cintura e me puxar em direção à porta, sem se importar com nossa nudez. Nós saímos do quarto e caminhamos pelo corredor escuro até chegarmos ao meu quarto provisório. Dante se joga na cama e me puxando junto, fazendo eu cair em cima dele. Não há nenhuma parte minha sequer que não esteja pressionada contra ele. Puxo o edredom e cubro nossos corpos com ele, então sinto ele me abraçar e enterrar a cabeça no meu pescoço antes de pegar no sono. Fico acordado por mais alguns minutos, sentindo o seu cheiro e atualizando a minha lista mental de problemas: (...) Problema número 4764288= t*****r com meu chefe lindo sem me apaixonar por ele.
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