CAP. 15 - ACESSÓRIOS INUSITADOS

2414 Palavras

Seis camisinhas depois, quase adormeço no quarto privativo, mas me levanto, chamo o motorista, e peço que as leve para as suas casas. Porém, não antes de deixar bem claro, que só acontecerá de novo, quando eu quiser, e as chamar, além de deixar bem claro, que posso mandar trocar as dançarinas, e até os professores. O motorista sai pelo portão dos fundos, enquanto eu dou a volta, para acessar a entrada principal da casa. São quase três da manhã, tudo está silencioso, e apenas as luzes de alguns corredores, permanecem acesas, como de costume. — Debaixo do teto dela, Maskim? — sua voz vem das sombras da parede mais próxima, interrompendo o meu caminho para o meu quarto. — E com pessoas que estão aqui para ensiná-la! Respiro fundo, de cabeça baixa, para controlar a minha raiva. Retiro o pé

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