Dario Paro na rua decrépita tentando vê-la. Ela só tinha uns dez ou quinze minutos de vantagem sobre nós, mas desapareceu. Olho para os becos e observo os vagabundos amontoados em volta das fogueiras. Subo e desço as escadas dos trens me perguntando se ela está lá em cima. Ela vai ficar congelando com o que está vestindo, e não quero nem pensar no que aconteceria se ela ficasse encurralada em um desses becos. Este não é o melhor bairro. — Alguma coisa? — pergunto a Mattia enquanto ele atravessa a rua em minha direção. — Nada. — Porra.— Ando até os vagabundos no canto mais distante, sinto o cheiro de bebida e o odor corporal daqui. Três se voltam para mim, um deles com um sorriso que mostra a falta de dentes. — Vocês viram uma garota aqui? Mais ou menos desta altura. — Aponto para o me

