Mesmo com a medicação sendo inserida diretamente em minha veia, ainda sentia calafrios. Apesar do sangramento ter parado. Marco coloca a palma da mão aberta sobre minha testa, usando a outra mão para pressionar o celular contra a orelha. - Tu tem que brotar aqui na UPA agora. Por quê?! Marcela tá aqui e ela não tá bem não - diz sério, os olhos indo até os meus - Se vira. Dá teu jeito - Ele desliga, colocando o celular no bolso, se inclinando sobre mim - Vou achar aquele médico filha da p**a. Já volto - murmura, se afastando em passos rápidos. Só conseguia pensar que havia pegado alguma doença contagiosa, naquele banheiro do prostíbulo da Jô. Não tinha outro motivo aparente. Me contorço na cama, fechando os olhos com força, respirando pela boca, enqu

