Maridos, Nomes e Outras Torturas

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Respirei fundo e, mantendo a compostura, dei minha ordem à minha avó: — Vovó, vá até Alexander com seu celular e coloque-me no viva-voz. Ela arfou, claramente entretida com minha ideia. — Finalmente decidiu usar o cérebro, hein? Imaginei minha avó avançando com a rapidez de um vendaval em direção ao casal. E lá estava ela, colocando-se entre os dois como um general em campo de batalha, soltando: — Alexander, sua esposa quer falar com você. O silêncio do outro lado era tão sólido que podia se partir em pedaços. Suspirei, lembrando que minha avó e tecnologia não se davam muito bem — para aprender a deslizar o dedo e atender uma chamada, foram meses de luta. Mas, fosse sorte ou o destino me ajudando, o silêncio seguia, indicando que eu havia sido ouvida. Aproveitei e soltei: — Senhor

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