Depois do que pareceu ser uma eterna noite de sono, acordei com uma forte dor de cabeça. Levantei calmamente da enorme cama coberta por seda. Fui até a enorme janela que parecia um tanto familiar, a não ser pela enorme grada que a rodeava. Olhei as outras janelas e todos continham graças de aço. Fui até a porta e constatei que ela estava trancada. Voltei até a janela e vi que realmente estava na casa de Lawrence. — Socorro! Tirem-me daqui! A noite caíra e com ela o silencio de não ser correspondida quanto aos meus pedidos de socorro. Antes que tentasse protestar mais uma vez, a porta do quarto se abre. A empregada entra com uma bandeja. — Me ajude! Por favor! — suplico para a mulher que nem se quer olha para mim. Ela apenas entra e coloca a bandeja em cima da mesa. Aproveito que

