- Oi – digo para o menino que havia visto mais cedo. - Vim buscar a encomenda da senhora Bavarony. Fui ate o balcão da cozinha e peguei um envelope onde havia colocado o restante do dinheiro. - Está ok? – indagou o menino. - Está. Ele enfiou o envelope no bolso do casaco, e tirou outro do bolso. - Ela disse que lesse só depois que o lobo sair pra caçar. - Como assim? - Não sei. Ela me disse só isso. Agora me deixe ir, quero chegar á tempo de pegar um bom pedaço de frango. Saiu sem me deixar perguntar mais alguma coisa. Fechei a porta e fitei o envelope branco com meu nome gravado. O mesmo cheiro que tinha na carta que encontrei dentro do livro, estava na carta. O que era surpreendente; a carta que achara, devia estar ali há um bom tempo, mas o cheiro do perfume ficara. Não saí d

