Algum tempo depois Brandon colocava minhas coisas dentro do carro. O dia ainda estava amanhecendo, por isso não havia ninguém na rua. - Está tudo aqui? – pergunta. - Sim. Ele abre a porta do passageiro e logo eu entro. Evito ao máximo olhar para a fachada de minha casa. Apesar de ter passado pouco tempo ali, sentia que ali era realmente meu lar. Vinte minutos depois, atravessávamos os portões do casarão de Lawrence. O mesmo velho que abriu a porta para mim da outra vez, pegou minhas malas e as carregou escadaria acima. - Este é seu quarto – indicou o velho. - Obrigada. Agradeci e o velho saiu. O quarto era enorme. As paredes tinham detalhes em vermelho sangue e azul quase preto, que mesmo sendo cores fortes e pesadas, não deixavam o quarto escuro. Sentei-me na ponta da cama macia

