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1686 Palavras

Isadora — Bom dia, querida esposa! O que tem feito que não pode atender os meus telefonemas? — Sinto o sarcasmo na voz de Heitor assim que atendo o celular. — Hum, com o meu marido distante tem sobrado mais tempo para dormir! — resmungo mantendo a minha voz mais natural e divertida possível. Ele ri do outro lado da linha. — Não acredito que está dormindo o dia inteiro, Senhora D’angelo! — Ah, claro que não! Tenho passado algum tempo na biblioteca estudando também. Você sabe como eu sou. — É, eu sei. E admiro muito isso em você! — Hum! Obrigada, Senhor D’angelo, isso vindo de você em um elogio! — ralho. — Mas, é um elogio! — Ele protesta com humor. Humor. Sentirei falta disso. — Como está indo o seu trabalho por aí? — Decido mudar o foco do assunto. — Como imaginei que seria, chato

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