0.5.8

458 Palavras

ᴘʀɪsᴄɪʟᴀ Estava sentada no sofá com a cabeça do Arthur no meu colo que ele me obrigou a fazer um cafuné nele. Estou observando o querido jornal, até que me aparece o querido Bozo pra falar merda como sempre. E não é que o filho da p**a falou merda de novo, em todo respeito a mãe dele, coitada. Deve ter se arrependido de ter colocado esse palhaço no mundo, bolsominios que me perdoe, sem condições. Com uma epidemia do c*****o, botando a vida de todos em risco, o desgraçado não quer aderir as medidas necessárias. Eu acho que ele devia estar com o covid19 sim, mas nem o vírus aguentou e desistiu de se manifestar ali. — O palhaço só fala merda — Arthur reclama de baixo de mim. — Não me fala que você votou nele — o faço me olhar. — Olha pra minha cara, Priscila. Eu sou maluco, mas nem tanto.

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