ᴀʀᴛʜᴜʀ Priscila entrou no carro e já foi fazendo o que ela sempre faz, prende o cabelo, abre a calça e a blusa. — Foi bom? — dou partida e ela bufa. — Bom seria se eu pudesse ficar em casa. Não tem faculdade, aí vem uma pequena alegria, mas lembro que ainda tenho que trabalhar — reclama e rio nasal — Ferveu o feijão? — a olho. — Que feijão? — O feijão que eu te pedi pra ferver, se não, iria estragar. — Eu já disse que te amo muito hoje? Que você foi a melhor pessoa que escolhi pra morar? — ela me olha séria. — Você não esquentou, não é? — n**o e olho pro engarrafamento. — Desculpa, eu vou ferver. — Deixa. Quando eu chegar em casa, fervo — concordo e ela acaba pegando no sono. Essa semana a garota só dorme. Quando chegamos, estaciono o carro e chamo Priscila — Pri — a balanço de l

