ᴘʀɪsᴄɪʟᴀ Arrumei minhas coisas e Raissa disse que não iria comigo hoje já que iria com a colega de quarto dela e nos convidou pra uma social. Vou em direção ao Arthur, onde o mesmo está encostado na grade de braços cruzados e cara fechada. Tento segurar o riso e falho. — Rir mesmo, filha da p**a — aponta o dedo pra mim — Eu deveria te deixar ir a pé. — Para de reclamar. Como já dizia aquela música que a Sabrina me mandou, " sem abraço, sem beijinho, sem aperto de mão" — canto pra ele que revira os olhos. — p***a de música. — É pra evitar gripe, mas a doida disse que serve pro corona também, e não mentiu — entrego minha mochila pra ele — Não se pode arriscar, corona tá aí — fomos andando até o estacionamento. — E carregar a tua mochila pode, abusada. — Aí é outra questão. Posso peg

