0.3.9

758 Palavras

ᴀʀᴛʜᴜʀ Fomos pra tids de Madureira e que calor dos infernos. — Pra que tanta gente num espaço só? — reclamo. — Você tem que lutar pra pegar o que quer, antes que acabe. E aqui vive cheio pelo que eu vi, se acostume. — Desnecessário — estalo a língua — Vamos no Kalunga, Priscila. — E ter que rodar bolsinha no meu horário vago de trabalho? Tô afim não. Dst e coronavirus tá aí meu filho. — Ninguém pensou isso no carnaval, né — brinco e ela me chuta — Nem na rua. Tomara que alguém veja esse absurdo e te denuncie. — Se enxerga, Arthur — Me puxa pro final da loja. — Era material da faculdade, e você já está em coisas de casa, Priscila. — Sou uma dona de casa, que é dona da minha vida e decisões — pisca. — Só não entendi a lógica. — Qualquer oportunidade que eu tenho de enaltecer a mul

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