ᴘʀɪsᴄɪʟᴀ — Arthuuuur — vou até ele que está na cozinha pra contar o babado. — Macarrão ao molho branco — se vira e pisca pra mim. — Aí minha barriga — coloco a mão na mesma e vou até o chão e me jogo — Me ajuda, por favor, alma piedosa e jogue isso no lixo o quanto antes. — Por ficar desfazendo dos meus dons culinários, não vou te ajudar a levantar — se vira pro fogão de novo. Me arrasto no chão até ele e mordo sua panturrilha — c*****o — ele balança a perna pela dor sentida e acaba acertando a lateral do meu olho. — Seu corno, me machucou — passo a mão no local em que doi. — Você se rastejou até aqui só pra me morder? — concordo — Virou cobra, garota? — se abaixa na minha altura — Vou nem dizer que mordeu, me picou com esse teu veneno fraco — bato nele. — Vai se f***r. Meu veneno é

