ᴀʀᴛʜᴜʀ Acordo literalmente sozinho após demorar a pegar no sono e fiquei observando a Priscila dormir. Levanto cambaleando e vou até a sala que é ocupada por um som absurdamente alto. — Desliga esse c*****o — Reclamo alto e não vejo ninguém na sala. Desligo o som e a maluca vem gritando comigo. — Deixa as minhas músicas ou arranco seu p*u e esqueça de brincar com a Priscila — Sabrina aponta a colher de p*u na minha cara. — Fica quietinha, empata f**a — Bato em sua testa e passo por ela indo pra cozinha — Fez o que de café da manhã? — Já são duas horas da tarde, Arthur — Fala como se fosse óbvio e vai até o fogão. — Hum... — Resmungo — Bom dia? — Não sou Priscila, coloque a sua comida — Me entrega um prato. — Chata pra c*****o. Não basta ser empata f**a e nem me recompensa colocando

