ᴘʀɪsᴄɪʟᴀ Acordei sentindo algo molhado em meus ombros, até perceber que era os beijos do Arthur. Grunhi baixinho e me espreguicei me virando pra ele - Bom dia. - Bom dia - me dá um selinho - Bora comer - bate fraco na minha cintura e se levanta. - São que horas pra você tá nesse pique todo? Dormi até duas horas da tarde? - finjo ficar preocupada. - Vai a merda já cedo - me puxa da cama. - Me deixa aqui - reclamo e ele me joga no chão - VIADO - grito. - Que te come de quatro - grita de volta e sai do quarto. - Vai arrumar a tua cama, palhaço — levanto do chão e vou atrás dele na cozinha. — Vai ficar bagunçada, nem ligo — morde o pão. — Arthur... — faço biquinho pra ele e o abraço e ele continua intacto — Nem me abraça você — reclamo. — Já sei que quer alguma coisa — dá de ombros —

