Dakota Saí daquele quarto num pulo e corri para a biblioteca, me detendo alguns segundos antes de entrar, pois as lembranças da noite anterior ainda me atormentavam. Foi a primeira vez que ele me bateu sabendo eu tinha sentimentos por ele e por causa disso a dor tinha se multiplicado em alguns milhões por cento. Deixei de pensar nisso e abri a porta com tudo. A primeira coisa que os meus olhos fizeram foi olhar para a mesa. Mitchell tinha arrumado tudo e não parecia nada que em menos de dez horas toda a tortura tinha passado. Peguei o computador e comecei a ler emails; tinha cinco de Diogo, um de uma secretária da EGL e um de Mario. O último me surpreendeu e apressadamente eu o li. - Olá, Dakota! Como vai? Espero que o melhor possível. Você nunca mais falou nem mandou ema

