Loira do Bonfim

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Loira do Bonfim, Mulher do Bonfim e até Noiva do Bonfim. É um mito sobre fanstama de uma Mulher costuma aparecer pelo Bonfim na Cidade de Belo Horizonte em Minas Gerais. A loira era na época uma noiva que foi deixada no altar pelo seu noivo no dia do casamento e acabou se suicidando devido a tanta desilusão e vergonha por tudo que ela e sua família tiveram que passar. Desde então, relatos dão conta que ela sempre aparecia para homens na madrugada Belo Horizontina no bairro Bonfim, onde até hoje existe o cemitério da qual foi sepultada. Relato Não há um cidadão belo-horizontino que não conheça essa lenda. A famosa loira que vaga durante a noite pelas ruas ao redor do cemitério do bairro Bonfim. Reza a lenda que essa estória teve início na década de 50, em um percurso que levava os homens do céu ao inferno em alguns quilômetros. Esse conto popular sempre é lembrado por gerações, mas há quem diga que tudo é verdade. Essa importante lenda de Minas Gerais se passa no trajeto entre o Centro de Belo Horizonte até o cemitério do Bonfim — que, por sinal, é o mais antigo da cidade. Durante as madrugadas, no Centro da capital, uma mulher loira e muito bonita sempre pedia carona para os homens solteiros que perambulavam pelas ruas. Imaginando ter se dado bem, os rapazes não pestanejavam e logo aceitavam levar a mulher para sua casa — esse era o destino que ela sempre dizia. O que eles não esperavam é ter que se deparar com a bela loira sumindo logo que saía do carro, indo em fim descansar na sua antiga casa e matando muitos marmanjos de susto. Para dar um clima bem retrô à história, os mais velhos preferem se lembrar da Loira do Bonfim, em vez de Loura. O fantasma dessa alma penada começou a assombrar por volta das décadas de 1940 e 1950. Ela aparecia por volta das duas horas da madrugada, sempre vestindo roupas brancas, se insinuando para os boêmios de plantão que aguardavam o bonde no ponto diante de uma drogaria, no Centro da cidade. A mulher dizia que morava no Bonfim e estava a fim de um programa, mas, quando alguém se interessava, ela o levava para o cemitério do bairro, que é o mais antigo da capital. O problema é que desaparecia ao chegar ao chamado campo santo. Como às vezes a criatura preferia chamar um táxi, os motoristas desses veículos de aluguel, além dos motorneiros e condutores dos bondes, passaram a não aceitar a escala de trabalho no horário noturno.
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