Gabriel evitou seus enormes olhos negros. A inocência estava ali. Sem emoções, era muito mais fácil enfrentar aos que o rodeavam, os que o temiam. Estava acostumado aos murmúrios, à forma em que as pessoas de afastavam de seu caminho. Estava acostumado ao medo em suas mentes e corações. Ele era necessário, mas nunca aceito. A pequena mão se moveu por seu braço, um gesto curiosamente íntimo que o deixou quente por dentro. Ela se colocava dentro. Abrindo passo até sua alma. Não estava preparado para isto. Agora sabia o que era uma companheira. Quão importante era uma companheira. Intelectualmente, sabia que as mulheres dos Cárpatos eram a luz da escuridão de seus homens. Aceitara Francesca e o que devia ser entre eles. Sua união não só significava a continuação da sobrevivência dele, mas si

