Finn Esse som era, definitivamente, a coisa mais incomum. Assim como cheiro que se seguiu diante disso. Eu estava com medo, isso era óbvio, mas me martirizo ainda mais por ter chego no exato momento de um atentado, quando eu podia ter chego dez minutos mais tarde. Se eu morrer hoje, certamente o meu destino vai ser uma das coisas mais absurdamente chatas do mundo. Encontro Alencar ao meu lado, enquanto ele digita alguma coisa no telefone e suspiro, tomando-o da sua mão. Ele arregala os olhos em minha direção e eu encaro os dígitos: "911" — Você é maluco? — Sussurro. — Você não sabe que merda essas pessoas são, você tem merda na cabeça, Alencar? Ele me encara, enquanto eu enfio o seu aparelho por debaixo da mesa, tampado pela toalha de linho. — Achei que ajudaria. — Sussurra de vol

