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2053 Palavras

Finn Quando eu era criança, eu acreditava que a vida era destino. Hoje, sendo um adulto, eu tenho certeza absoluta disso. Destravo a tampa da minha garrafa e levo aos lábios, bebendo a água fresca que desce pela minha garganta e se espalha, aliviando todo o meu corpo. — Já cansou? — Pietra pergunta, enquanto pega a garrafa e a vira. — Não. — Minto. — Que pena, porque eu sim. — Ela me dá um sorriso travesso. — Merda. — Coço a minha nuca. — Você não precisa fingir que não chegou ao seu limite para me agradar. — Ela puxa o meu rosto e me dá um selinho. — Me agradar com o seu físico, você me agrada em outro lugar. Arregalo os olhos e olho para os dois lados, torcendo para que ninguém estivesse perto o suficiente para conseguir me escutar. Solto um suspiro de alívio quando percebo qu

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