Um mês depois... Alguns amores são inesquecíveis. Sabemos disso. Vivemos por isso. Acho que eu nunca tive um amor como o que tive com o Finn. Ele foi a minha luz, minha direção. Ele me guiou e esteve lá nos meus momentos mais difíceis e eu nunca saberei como agradecer por tudo o que ele fez. Em todos os momentos da minha vida, era ele quem se destacava e seu que, por muitas vezes, eu fui uma mulher insensível, ingrata, imatura. Eu tive que perder muita coisa para ganhar. Eu tive que me perder para perceber isso e as vezes, até agradeço o destino por ter me deixado sozinha por algum tempo. Foi terapêutico — mesmo que eu ainda esteja sozinha —, mas agora... eu quero poder me abrir para coisas novas. Pessoas novas. Situações novas. Amores novos. Atualmente, eu morava em um apartamento
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