LINDA — Não grite. Por favor, não grite. — o homem pediu dando passos para dentro do quarto e eu andei para trás. — Se você fizer qualquer coisa, ele te matará. Estou dizendo isso para o seu próprio bem. Você sabe do que o Sr. Rômulo é capaz. Não tente nada. — Quero ir embora. — meus olhos se encheram de lágrimas. — Então colabore com ele. Assine os documentos e ele te deixará ir. — Eu não vou assinar nada. — Ele não vai te deixar ir sem assinar, sem a garantia que não fará nada. — Por isso mesmo. Eu nunca vou me calar diante de tudo o que ele me fez. Quando eu sair daqui o seu patrão será preso. Garantirei isso. Agora saia da minha frente antes que eu te derrube. — Você não pode ir. — Eu vou. E se você não deixar vou gritar. — ameacei e ele ficou balançando a cabeça em nega

