Giovanna Eu andei para a suíte máster como uma prisioneira indo para a forca. Tommaso estava lívido. Na verdade, acho que ele pode estar mais bravo do que na noite em que o esfaqueei com a caneta. Ele parecia querer me estrangular. O medo deslizou pela minha espinha, fazendo minha pele suar frio. Ele me machucaria? Não, ele não iria. Eu sabia disso em meu interior. Ele pode me espancar, mas nós dois gostaríamos disso. Sem dúvida, ele iria me provocar até que eu admitisse que pertencia a ele. Eu só precisava cumprir as ordens que ele deu para provar meu pedido de desculpas e então ele me perdoaria. Esperançosamente isso envolvia algum tempo nua em sua casa. A cama era perfeitamente lisa, sem um vinco no edredom cinza. Deslizei para o colchão e dobrei as pernas sob meus quadris, empurra

