CAP 26

1110 Palavras
Lucien Bellamy (Conteúdo Hot) 🔥 Camisola branca e transparente. Nunca tinha parado para pensar que uma porrä de camisola branca poderia me deixar maluco, mas está deixando. Sempre achei as outras cores mais atraentes: vermelho, preto, roxo e talvez até um rosa. Mas branco? Essa cor domina a mais alta posição agora. Eu dou um passo até ela e Elisie mantém a postura ereta. Cabeça erguida, olhos grandes e firmes e, ela ofega quando paro bem diante dela. Sinto o perfume floral com um certo toque adocicado no fundo. Ela está com os cabelos soltos, pele brilhando e nos olhamos fixamente sem piscar uma vez sequer. Ao olhar rapidamente para baixo, posso ver os peit0s dela que me dão água na boca. Preciso mencionar o quanto Elisie me enganou esses dias aqui. Todas aquelas roupas longas, mangas e até gola alta esconderam quem ela é e vejo aqui o corpo curvilíneo que ela tem. A camisola molda o corpo dela. Seiös fartos, cintura fina e quadril sutil. Com isso, eu ando lentamente em volta dela e desço mais o olhar. Perfeito! Esse corpo dela vai servir e muito para os meus planos. — Vai me... machucar? — Ela quebra o silêncio. — Prefiro saber antes. — Machucar? — Eu sorrio levemente e paro na frente dela. — Eu vou te comer Elisie. — Eu a puxo pra mim. — Te comer até me sentir satisfeito. — Vai me usar, então... — Ela me olha numa afronta. Elisie faz de tudo para não mostrar medo, mas vejo os lábios dela tremerem. — Você é minha esposa e uma coisa eu te garanto. — Eu a agarro pelo pescoço. — Nós dois teremos prazer. E com isso, eu a beijo sem aviso algum e muito menos sem pedir permissão. Ela é minha! Elisie se segura na minha costela e eu a levo lentamente para a cama, mas não a deito ainda. Eu confesso que essa boca pequena e molhada aqui tem me deixado fascinado e eu dou uma certa atenção especial. A boca dela me recebe num encaixe perfeito e o leve sabor de menta me deixa com mis vontade ainda. Eu a pego pelas coxas, levanto-a e apoio o meu joelho na cama para subir e bem no centro da cama, eu a deito. Não largo essa boca e as minhas mãos passeiam pelo seu corpo até chegar nesses peit0s. A palma da minha mão se completa perfeitamente e aperto ouvindo-a gemer. Elisie é pequena pra mim desse jeito, mas pouco me importa. Só me faz querer mais. O suspiro dela na minha boca, o gemido contido e as unhas na minha pele, me instigam. Ela está curiosa. Ela quer! — Lucien... Ouvir isso me faz ir mais além. Eu fico de joelhos e pego a parte da sua camisola, bem na parte de cima e puxo num movimento só. A peça se rasga toda, mostrando o corpo dela inteiro pra mim e confesso: estou babando por ela. — V-você é... maluco! — Me diz isso depois... Eu me inclino e caio de boca nesses peitös sem saber qual o melhor. Estou salivando e cada chupada e lambida me deixa numa perdição sem descrição. Elisie se remexe na cama, geme pra mim e está vermelha pelo prazer que está apenas começando. Como pensei, ela tem um corpo de enlouquecer. E é toda minha! Ao descer mais um pouco, eu vou chegando à sua bucetä e abro bem as suas pernas. Elisie usa os braços para se erguer e me olha numa certa curiosidade e engole em seco. — O que vai... f-fazer? — Nunca foi chupada? — Ela não me responde. — Porrä! Só... geme pra mim. E quando chego onde quero, ela se joga na cama e eu a agarro pelas coxas. A ponta da minha língua já chega onde quero: os espasmos dela. O sabor na ponta da língua me faz lamber de cima a baixo e o gemido que ela solta é de entrega total. É viciante, é excitante e faz o meu paü pulsar em desespero por ela. O corpo todo dela reage a mim. Ela recebe, move o quadril e puxa os lençóis da cama enquanto grita. O jeito como o corpo dela se entrega me diz duas coisas: ela quer tanto quanto eu e ela jamais sentiu isso aqui. Porrä, nunca ter sido chupada? Ela vai aprender muito comigo! — Cacetë... — Ela pulsa na ponta da minha língua. O clit0ris está pulsando. — Que delícia! Ela escorre pra mim, choraminga enquanto geme e a penetro com dois dedos. E agora, ela se treme na cama. A cena é perfeita pra mim! O medo que ela tinha no começo foi pra putä que pariu e ela só quer ser füdida. E será por mim! Os meus dedos deslizam facilmente, mas ela remexe mostrando um certo incomodo. Dá pra entender. Há tempos ela não tem nada, mas isso muda hoje. Elisie vai ver na prática que comigo, sex0 é uma lei. E se continuar essa intensidade aqui, eu não vou me cansar tão cedo. Antes que ela g0ze, eu paro tudo e ouço a sua frustração. Mas, eu me livro da minha calça e subo em cima dela. Eu tomo a sua boca enquanto o meu paü se esfrega nela e sinto as suas pernas, tremendo. Eu a prendo pelo pescoço, a beijo numa afronta deliciosa e começo a entrar lentamente. — Lucien... ahhh — Está escorrendo pra mim... o medo passou, não? — Sorrio. — Quero te ver g0zando, Elisie. G0zando pra mim! Ela joga a cabeça para trás, grita enquanto me recebe e eu não seguro um rosnado pela pressão quente e molhada. Acho que não é apenas ela que vai se surpreender essa noite! Ela me recebe e prende as pernas em mim sem eu precisar fazer algo. Elisie arranha os meus braços e ombros e eu caio de boca nesses peit0s. Chego no fundo, paro uns segundos e começo um ritmo mais lento, porém é torturante até pra mim. A pele arde, queima e puxo o seu bic0 com os dentes e volto a chupar sem pena. Era disso que eu precisava. De um sex0 sem pressa e com muito prazer envolvido. As estocadas ficam mais firmes, eu sou engolido num deslize e não consigo parar e ela está entregue nas minhas mãos. Quando ela se soltar, será uma batalha interessante na cama. — Pronta para mais? — Questiono a ela. — O que vai... fazer? — Vem cá! Eu a pego pela cintura e não vou esperar pela melhor parte. A única coisa que Elisie não vai fazer hoje é dormir!
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