Ele me pressionou novamente na parede e me beijou. Eu podia literalmente passar a tarde toda ali beijando ele. A chuva começou a cair do lado de fora e ele disse: — Hoje eu vou virar um chiclete. — O encarei e perguntei: — Chiclete? — Sorri. — Por quê? — Falei sem entender absolutamente nada. — Porque eu vou grudar em você e ninguém me tira. — Sorriu e eu soltei uma gargalhada dizendo: — Você é um b***a, tem certeza que tem 18 anos mesmo, Caio? Ele deu uma gargalhada e disse: — Você tem 17 com psicológico de 13 e nem por isso te julgo. — Falou sorrindo. — Hey, seu abusado. — Dei um leve t**a no mesmo e falei: — O nosso café vai esfriar, amor. — Falei a última palavra com ênfase, para ele perceber que fui um tanto irônica. — Nossa. — Colocou uma de suas mãos no peito e disse:

