Não podia acreditar que tinha reencontrado aquele homem. Era penitência, só podia ser. Marcos era lindo e tinha me deixado muito abalada como não me sentia há muito tempo. Mas com tudo que veio depois, já havia me esquecido daqueles olhos verdes lindos, daquela boca gostosa e daquele corpo perfeito. E eu que pensei que ele não se lembraria de mim, mas ele lembrou. — A avaliação é individual, quem vai primeiro? – Perguntou ele. — Preciso beber um pouco de água, faz você primeiro, Rebeca. – Maria nem me deu tempo de responde-la e deixou a sala, fechando a porta e me deixando sozinha com aquele homem. — Pode se sentar, Rebeca. Puxei a cadeira em sua frente e me sentei, sem saber o que dizer. Aquele homem tinha o poder de me fazer me sentir como uma adolescente boba, que não conseguia e

