Capítulo 20

1065 Palavras

Kate Passo pela loja de conveniência e sigo para o galpão em que sei que ele deve estar me esperando. Meu coração martela no peito e aperto minhas mãos em punhos, escondendo-as nos bolsos da jaqueta para não deixar que meu nervosismo transparessa. Olho ao redor, garantindo que mais ninguém veja a minha entrada e então passa por uma porta lateral. O lugar não é trancado nunca, as portas não servem de verdade para nada, e não é raro que a polícia precise tirar moradores de rua e usuários de droga fazendo algazarra ali durante a noite. Por um momento a escuridão me cega e paro, piscando enquanto meus olhos se adaptam. Não demora muito, e então vejo a figura no fundo do amplo espaço fechado. Meus passos ecoam conforme me aproximo, e fico surpresa que as batidas do meu coração não atraiam ni

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