Vassoura Eu acelerei a moto com ela grudada nas minhas costas, os braços apertando minha cintura como se nunca mais fosse soltar. O vento batia forte, mas o calor do corpo dela contra o meu era mais forte ainda. Daiane. Caralho, só de pensar no nome dela meu p*u já dava sinal de vida. A mina que eu olhava de longe há anos, a certinha do morro, a que todo mundo queria, mas poucos chegava perto. E agora tava ali, colada em mim, cheirando a desejo e shampoo de coco. Chegamos na marina no fim da tarde. O sol tava se jogando no mar, tudo laranja e dourado. Eu tinha reservado uma mesa lá no canto, afastada das outras, com velas tremendo na brisa, toalha branca, flores discretas. Nada de ostentação barata, mas íntimo pra c*****o. Queria que ela sentisse que eu pensei em cada detalhe. Ela d

