Vassoura — Baile

1858 Palavras

Vassoura Acordei com o sol batendo na cara, o corpo moído mas feliz pra c*****o. A lembrança dela me invade — suor, champanhe, sexo e aquele perfume doce que a Daiane usa. Meu p*u deu um pulo só de lembrar do dia no motel, sim dia, porque eu comi ela a noite toda e o dia seguinte também. c*****o, a mina me destruiu naquele dia. Hã e eu destruí ela também, pô. Duas, três, quatro vezes… perdi a conta depois da banheira, só botadão bruto. Meu p*u ficou dolorido. Levantei devagar, estiquei o corpo, sentindo as costas arranhadas pelas unhas dela. Sorri sozinho. Valeu cada marca mano. Desci pra cozinha, o velho já tava na cadeira de rodas na sala, assistindo novela com o volume alto pra c****e. Um milagre, porque ele nunca aceita a cadeira, isso é coisa dela, da Daiane. A Daiane chegou

Leitura gratuita para novos usuários
Digitalize para baixar o aplicativo
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Escritor
  • chap_listÍndice
  • likeADICIONAR