Sayuri — Um Saidinha

719 Palavras

Sayuri O Jogador já estava de pé ao lado da cama, após o café da manhã. Aquele tipo de homem que não faz barulho pra existir, mas ocupa todo o espaço mesmo assim. — Vou no QG rapidinho — ele disse, enquanto vestia a cueca como se não tivesse bagunçado meu mundo inteiro na noite anterior. — Vou resolver umas coisas e já volto. Assenti, ainda meio mole, meio derretida. Antes de sair, ele voltou, pegou algo na cômoda e colocou na minha mão. Meu celular. — Ficou aqui no dia que sua mãe te levou — ele falou simples. Meu peito apertou. — Quando eu voltar, a gente faz algo junto — completou, me puxando pra ele. O beijo foi calmo. Demorado. Com promessa. A porta fechou atrás dele e só então eu respirei de verdade. Levantei devagar. As pernas pesavam, como se ainda lembrassem exatam

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