Lorenzo me dá um sorriso duro. -Talvez em mais nove anos. Salvatore joga seu fuzil de assalto na parte de trás do carro de Lorenzo. Ele apoia as mãos no teto do veículo, abaixa a cabeça e rosna: -Jesus fodido Cristo. Jesus Cristo, p***a. Eu coloquei minha mão em suas costas. -Salvatore? Ele se vira de repente e me varre em seus braços, e para minha surpresa, ele puxa Lorenzo para ele também e nós dois estamos apertados selvagemente contra seu peito. Sua respiração é áspera e em pânico. -Isso foi muito perto. Perto demais. -Com ácido? Eu pergunto. -Não. O que aconteceu antes. Lourenço ... Lorenzo se desvencilha de Salvatore e se afasta. -Nada. Vamos nos mexer. Esta noite ainda não acabou. Mas Salvatore o agarra pelos ombros, o vira e o sacode. Ele ficou com um tom de cinza doentio e

