— Eu não estou entendendo nada. — Falei erguendo minhas sobrancelhas em total confusão. — Do que você está falando? Achei que não tivesse filho. — Eu… Por favor, Elisa, me perdoe. — Te perdoar pelo quê? Eu não tenho o porquê te perdoar, Luanda! — Exclamei com o tom mais alto do que pretendia, chamando a atenção do ministro que se aproximou. Senti a sua presença e o cheiro de sua colônia pós-barba atrás de mim. Eu não sabia qual o motivo de Luanda me perdi perdão, mas eu tinha a impressão que seria algo r**m, algo que ela não deveria ter feito. Não sei de onde Luanda encontrou forças para falar, pois as suas palavras seguintes foram ditas em um tom firme e claro. — Ele me sequestrou a três anos de meu país, me trouxe para esse país para que eu o servisse, tanto como empregada, quanto su

