— Não, Henrique! — não sei como, mas estou calmo. — Eu não... olha, eu não posso dizer que não a toquei. Mas eu não toquei como você está pensando. Eu não fui até o fim, você entende o que eu quero dizer? — Que você não go.z.ou, seu can.alha? — ele fala entre os dentes. Luíza parece ter recuperado rápido a sua sobriedade, ou melhor, parte dela. Ela aparece entre mim e Henrique. — Guarda eza por.ra ou atira em mim! — Henrique olha para ela, atônito. — Você tá me izztressando! — Lu, por favor, deixa que eu falo com ele. — falo carinhosamente com ela, colocando a mão em seu ombro. — Tire essa sua mão imunda de cima dela, seu p****e! — ele fala nervoso, quase gritando. — E por que você está defendendo ele, Luíza? — Vozê acha que sempre tem razão, não é? Você num me ouve, Henrique Larama!

