Raphael Vermattos — Então ele acreditou? — pergunto a Paulo com um sorriso. — Ele até quis falar com Luíza. Está tudo bem. Logo vocês podem mandar uma mensagem, dizendo que estão voltando. — De qualquer forma, é melhor continuarmos com os telefones desligados, por enquanto. — Eu não me importo. Pelo menos meu querido papai não fica me ligando tentando se desculpar por tentar se livrar de mim. — Luíza continua se queixando de seu pai. — Lu, já te disse que não é isso, querida. — Mas é o que eu sinto. Então, para mim, é isso. — O que ele pode fazer para te provar o contrário? — Não sei nem se ele pode tentar. Onde vamos jantar hoje? — esse é o jeitinho de Luíza dizer que não quer mais falar no assunto, e eu sei que ela vai continuar dando as mesmas respostas, então… Enquanto estamos

