Onze

1451 Palavras
Bastou eu colocar os pés no lado de fora para que Yoongi me puxasse pela camisa para perto dele. Senti o gosto de álcool em sua boca se misturar ao meu. Seus braços passaram pela minha cintura e seu abraço me apertou. Então ele parou de me beijar e me encarou. Ele abriu a sua boca e desistiu, mas eu podia jurar que ele ia dizer o mesmo que eu estava sentindo. Eu estava com saudade. Eu achei que nunca mais a gente ia se ver ou se beijar assim... — V-você veio me ver, né? — finalmente disse algo. — c*****o, você é tão insistente. — mas dessa vez isso não parecia ser um problema. E eu não pude mentir. — Eu não paro de pensar em você, Yoonie. — Você... p***a, está na minha cabeça o tempo todo. — pareceu se esforçar para admitir aquela verdade que tentara ocultar em outros momentos. Ele me puxou de novo para outro beijo e eu quase o fiz parar e perguntei sobre a nossa situação atual, mas eu sou um i****a medroso e eu não quis arriscar perder esse momento. Eu poderia deixá-lo falar mais e se jogar mais nos meus braços, assim adiando mais essa conversa que a gente já devia ter tido há muito tempo. — Você sabe onde isso vai acabar, não é? — me encarou sério. — Sei. — Isso é loucura. Nós terminamos definitivamente, mas... Eu quero que você fique comigo essa noite. — Eu quero ficar com você todas as noites, Yoon. Ele me olhou meio perdido, sua mente devia estar um caos, e no fim sentenciou: — Uma noite de cada vez... Você está sempre atropelando as coisas. — riu. — Você sabe o porquê. — Porque você acha que pode ter tudo quando quer? — zombou. — Não, é porque eu te amo muito. — Já ouviu falar que só amor não basta? — retrucou. — O que faltar, eu completo. Eu faço qualquer coisa por você, mas você tem que me dizer porque não vamos dar certo. — Olha a gente, isso é tão óbvio... — resmungou revirando os olhos com seu jeito cansado. — Quer saber, Kookie? Cala a boca. — entrelaçou nossos dedos e me puxou. — Eu quero que tudo vá à merda essa noite, quem eu sou, quem você é e todo o resto. — falava confuso ou ao menos era como soava para mim. Segui com ele até o seu quarto de hotel pensando se Yoongi não estava mais bêbado do que eu imaginei. Passamos pela portaria e a mulher nos olhou com certo desprezo, já que Yoongi estava falando muito e rindo. Entramos no seu quarto e eu o peguei nos braços e o levei até a sua cama. — Eu acho que você bebeu muito hoje… — falei receoso. — Pior que não. Foi quando eu te vi. Eu senti todo o álcool subir de uma vez, mas não se preocupe. Eu estou bem para dizer com todas as letras: "Eu quero t*****r com você, Jeon Jungkook.", satisfeito? Ele me puxou pela camisa de novo e me fez cair por cima dele. Yoongi roçou o seu nariz pequeno pelo meu rosto e em seguida me deu uma lambida e me encarou com um olhar desafiador. Acariciei o seu peito plano e belisquei os seus m*****s. Ele curvou o seu corpo e gemeu manhoso, dizendo que estava com saudades de ser tocado por mim e que ele estava desesperado para f***r e ter seu corpo amado por mim. Foi nesse instante que eu taquei o f**a-se e só quis aproveitar o nosso momento. Ele estava tão carinhoso e tão cheio de saudades. Mordi o seu lábio e toquei os seus cabelos, os segurando com força. Yoongi abriu os lábios e um som fraco escapou por seus lábios úmidos. Encaixei a boca na sua e nossas línguas entraram em conflito. Ele prendeu as pernas em volta da minha cintura e juntos começamos a nos esfregar. Eu senti um t***o ainda mais forte que o comum e dei uma palmada na sua coxa, a acariciando em seguida. De repente eu lembrava de cada vez que a gente transou e como as coisas foram mudando do nosso sexo mais carnal — nos primeiros encontros onde a gente descarregava todo o t***o e partia — e de quando as coisas foram ficando do nosso jeito, ganhando novos sentimentos. Quando eu me decidi a chamá-lo para sair mais sério, eu tinha percebido que não era somente eu que estava vendo nossa relação diferente. Somente o sexo não bastava mais para saciar nossos novos sentimentos e somente sexo não ia ser o bastante agora para resolver todos os nossos problemas. Só que mesmo assim eu estava me entregando a esse momento. Mais uma noite entre as pernas dele, afundando na sua cama e no seu cheiro delicado; tomando todos os seus sabores que eu tinha de cor. Yoongi era meu e ao mesmo tempo não era. Funguei o seu pescoço forte e ele arqueou-se gemendo, beijei a sua pele perolada e levantei a sua camisa, voltando a brincar com seus m*****s. Puxei a sua camisa, com saudades de sentir mais o calor direto de sua tez na minha. Tirei suas calças, também apressado, e Yoongi deslizou os dedos pela sua barriga feliz com a sua nudez e seus dedos escorregaram pelo seu p*u ruborizado que estava com a glande molhada. — Olha pra mim, Kookie. Você m*l me tocou, né, e eu estou duro como se estivesse no cio. — abriu as suas pernas e começou a se masturbar, me pedindo para assistir como a sua b***a me queria dentro dela. Yoongi levantou o seu pé e tocou o meu rosto com ele. Em seguida, o deslizou por meu peito e o pousou sobre a minha coxa, continuando o caminho até minha ereção. Ele a esfregou e perguntou porque eu ainda estava vestido. Tirei a minha camisa e desabotoei minha calça sem paciência. A tirei, parando com o carinho gostoso do seu pé. Yoongi virou-se de costas e empinou a sua b***a perfeitamente redonda para mim. O peguei pelos cabelos e mordi a sua nuca, esfregando os dedos na sua entrada apertadinha. Os forcei para dentro e ele tremeu pedindo por mais. Movi os meus dedos estrategicamente, procurando o seu ponto de maior sensibilidade e assim que o acertei, insisti em maltratá-lo constantemente. Ele agarrou o seu travesseiro e se empinou, rebolando a sua b***a. Mordi a sua orelha e por um lapso sussurrei com possessividade: — Você é meu, Yoongi. — Uhum... Eu sou seu, Kookie. — respondeu manhoso, me surpreendendo. — E você é meu? Yoongi virou o rosto me encarando e mordeu o seu lábio. Eu nunca o tinha visto desse jeito antes, tão domável. — Claro. — respondi atacando seus lábios com um beijo feroz. Tirei os meus dedos da sua entrada e deixei o meu p*u molhá-o, enquanto me esfregava nele. Ele apertou o lençol já todo amassado e me implorou para fodê-lo no momento exato. Saí de cima dele e peguei uma camisinha, a vestindo logo. Puxei Yoongi para mim e o sentei por cima das minhas coxas. Ele dobrou as pernas, ficando ajoelhado, e sentou-se de novo colando as costas no meu peito. Segurei a sua cintura e me enfiei completamente dentro dele. Como eu havia sentido falta dessa sensação quente. Ele estava tão apertadinho que eu acabei me empolgando e o fodendo forte, ainda assim ele rebolava a fim de mais. Mordi o seu ombro e grunhi, cravando as unhas em sua pele. Yoongi gritou o meu nome todo manhosinho e agarrou-se aos meus cabelos. Seu corpo saltitava, devido ao impacto das minhas estocadas, e o barulho das minhas coxas batendo contra a sua b***a farta era alto e excitante. O tirei do meu colo e o levei até a janela. O fiz se apoiar no parapeito com as mãos e voltei a fodê-lo. — Vão nos ver lá embaixo. — selou nossos lábios, após me alertar, mas ele não parecia muito preocupado com isso de verdade. — Não tem ninguém na rua a essa hora. Olha só pra mim. — Então — me empurrou e virou-se de frente, passou as mãos pela minha nuca e me beijou. Encostei suas costas no vidro da janela e abracei o seu corpo esguio. Ele tinha as pernas bem presas na minha cintura e daquele jeito eu o fodi, enquanto Yoongi não tirava seus olhos de mim, nem eu dele. E a essa altura, eu já tinha esquecido que uma transa, por mais gostosa que fosse, não ia resolver nada entre a gente, nem mesmo a saudade.
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