— Muito bem! — falou ele. Zyon estalou a língua no alto da boca, tentando chamar atenção de alguma forma, mas sem coragem o suficiente para abrir a boca e dizer o que o atormentava. — Que estranho, na última festa que aconteceu na casa de Dionísio você não me pareceu dar a ele tanta empatia para lhe conceder um cargo tão… alto, Hector. — Meu irmão mais novo estava começando a pôr o veneno pra fora. — Já deveria saber que tenho esse costume. A prova disso é me sentar na mesma mesa que você a cada dois meses. Estar aqui com você ou dar o cargo a Dionísio são feitos necessários, eu goste ou não. Pedro pegou o copo de vidro cheio de água à sua frente, dando um gole e batendo propositalmente com seu fundo na mesa, causando um barulho alto, chamando nossa atenção. — Sem brigas, cavalheiros

