— Apenas vista, Pérsia — insistiu. Azaleia botou o rosto à vista, no fim do corredor, me encarando com os olhos arregalados e a expressão cheia de dor. — Pode me dar um pouco de… privacidade? Ela apenas virou as costas. Era um vestido branco, de alças finas e b***o justo, com um toque acetinado, grosso e resistente. Minha mãe respirava fundo enquanto eu me livrava de minhas roupas, confiando nos pedidos dela, puxando meus cabelos molhados através do tecido depois do banho. — Terminou? — Acho que sim! — murmurei. Ela se virou me encarando de cima a baixo. — O sapato! — Apontou. Era um par de saltos médios de cor cinzenta, eles até que eram confortáveis. — Por que estou vestida assim? Para onde vamos, mãe? — Vem! — ela exclamou, esperando que eu andasse na frente. — Me

