Capítulo 6

1305 Palavras
Juliana Narrando/Domingo/12:04 Sinto uma coceira no meu olho e os coço, Tento voltar a dormir mais ao passar a mão em algo duro e quente do meu lado eu me assusto. Abro meus olhos ainda abraçada ao Travesseiro. Assim que minha vista foca complemente eu posso ver Kaique na minha frente apenas de Calça. Eu me levanto num pulo fazendo ele levantar o olhar pra mim. Ele comia tranquilamente os Cookies ali. Noto que estou apenas de Calcinha e sutiã, Cadê o meu Body? - O que..- Eu tento processa a frase, Puxo o edredom da cama e me cobro, Deixando ele apenas com o lençol da cama cobrindo o corpo. - Bom dia. - Ele diz tranquilamente. Eu tento processar as coisas, O que havia acontencido ontem a noite nessa cama? - O que aconteceu ontem? - Pergunto fechando meus olhos e logo os abrindo por conta da luz forte dali, E a minha dor de cabeça não eram uma combinação boa. Ele se levanta. - Senta e come. - Não quero, Que p***a aconteceu ontem cara? Eu nem te conheço, Dou uma olhada pra o espelho ao meu lado, Me aproximado amarrando meus cabelos e notando dois chupões no meu pescoço - VOCÊ SE APROVEITOU DE MIM BÊBADA? - Eu grito - Não ca...- Ele tenta falar mais eu não deixo. - Meu Deus, Você abusou de mim. - Eu falo mais alto. - Não, eu não abusei. - Ah então eu tô sem roupa e você sem camisa por nada né? - Eu começo a me desesperar. Acho minha saia em cima da poltrona junto com a Camiseta que eu nem reparei direito mais vestir. - Calma garota. - Ele me segura pelo braço - Não me encosta. - Eu digo mais alto, Ele solta o ar e eu pego meus saltos no chão. - Quer saber? - Ele pergunta - Transei contigo mesmo. - ele assume me deixando horrorizada, Que maníaco eu tava bêbada. - Gostei pra c*****o, Você gemeu até umas horas. - Ele diz abrindo um sorriso sacana de lado, Eu tiro seu sorriso do seu rosto na mesma hora metendo um t**a na sua cara. Faço meu caminho até a porta mais ele me segura pelos braços me encostando com tudo na parede, Bem próximo de mim, Com a respiração no meu rosto. Eu prendo a minha, Desviando o olhar. - Me larga. - Eu peço tentando me soltar - Me escuta. - Ele diz ríspido se aproximando mais - Eu não abusei de você. - Você acabou de..- Ele me corta - Cala boca. - Ele manda me deixando p**a - Você pode procurar qualquer vestígio de que transamos ontem, Não iria abusar de você bêbada se liga né. - Eu quero ir embora me larga. - Você não sabe nem onde você tá, Eu te levo. - Eu não quero - Sou ríspida também - Olha faz o favor de não trombar mais comigo se me vê finge que não conhece tá legal? Se eu te fiz passar alguma vergonha ontem me desculpa eu tava sobe efeito de álcool. - Tento me soltar - Eu te beijei? - Pergunto antes de tentar me soltar novamente. - Beijou apenas. Ah Deus as coisas só piora. Ele se aproxima mais me fazendo sentir os gominho da sua barriga na minha. - Me deixa ir. - Desvio meu olhar pra o lado. - Não antes de falar o que aconteceu ontem. - Não quero saber. - Eu consigo me soltar, Pego minha bolsa na Poltrona - Deixa eu te levar pelo menos. - Eu chamo Uber. - Eu digo saindo do quarto - Juliana..- ele me chama. - Tchau e obrigada. - Eu falo abrindo a porta da sala e dando de cara com uma Loira alta. - Que isso Kaique? - Ela pergunta - c*****o viu..- Ele murmura, Eu passo por ela mais ela segura meu braço - Me larga Embuste que p***a. - Eu puxo meu braço com força, Já tava irritada nervosa e vem uma dessa? - Olha garota, você vai me explicar o que tava fazendo na casa do meu namorado. - Ela pega meu braço denovo. - VOCÊ É CORNA p***a, E NÃO FOI SO COMIGO FOI COM O BONDE TODO - Puxo meu braço com força, Caminho até o elevador. Vai se f***r não, Bando de riquinhos de m***a. Não olho meu estado no Espelho do Elevador, Sei que tava um porre. Ligo os Dados móveis pedindo um Uber. Lá embaixo espero cerca de Sete minutos e o cara do Uber chega, Abro minha bolsa checando as coisas nela. Meu celular vibra, Era Fernanda. - oi. - Digo ao atender. - Como você tá? Onde você tá? Você tá bem? - Como eu vim parar aqui Fernada? - eu grito, que até o taxista se assusta - A gente tava na festa Ju, parece que deram Ecstasy pra você é pra a Isa. Só que ela bebeu mais de uma e tá internada Meu Deus - quem fez isso? - O barman que deu as bebidas pra vocês, Meu pai tá resolvendo isso. - Que hospital você tá? - Santa Catarina.. - O Particular? - Ela tá com o Convênio. - Ok, Tô indo pra aí. - Você não quer ir pra casa? Os pais dela tá aqui. - Eu vou passar em casa tomar um banho e vou aí - Mais você tá bem? - Tô sim. - Kaique cuidou bem de você? - Me lembra de discutir com você depois, Como você pode me deixar sozinha com um Desconhecido? Que namora. - Que? ele namora? Eu não sabia, quer dizer sabia que ele tinha terminado..Mais eu conheço ele desde o começo da faculdade. - Mais ele não deixa de ser um Maníaco. - Maníaco te ajudou. - Aí Fernada, Tabom Tchau. - Eu desligo o celular, Minha cabeça ainda doía eu não conseguia nem manter os olhos abertos direito. (...) - Obrigada. - Agradeço o cara do Uber, Pego a chave de casa na Bolsa e entro em casa dando graças a Deus por ninguém tá em casa. Foram fazer compras no mercado, Talvez. Eu jogo minha bolsa na cama e tiro os saltos, Passo pelo corredor pegando minha Toalha no Varal e vou pra o Banheiro. (...) - Isabella Guimarães por favor. - Eu falo na Recepção. - Seu nome? - Juliana Albuquerque. - Você é o que dela? - Amiga. - Segundo andar, Quarto 15. - Me entrega um Adesivo com o nome 'Visitante' e o meu nome do lado. Ando até o Elevador, Aperto o número dois e resolvo tirar meu batom Eu ficava h******l com ele, Não sei nem porque passei. Tiro ele com um pouco de Papel Higiênico que trouxe e jogo dentro da bolsa. Às portas se abre eu caminho olhando pra as Alas. Abro a porta do quarto 15, A encontrando deitada com agulhas no braço, No Sofa seus pais estavam sentados sua mãe de olhos fechados com um teço na mão provavelmente rezando. Fernada está ali, Sentada do seu lado segurando sua mão enquanto a olhava. Eu não consigo segurar minhas lágrimas ao ver ela ali, Me aproximo dela é Fernanda me nota. Se levanta e me abraça, Eu a abraço de volta e foi duas Choronas se abraçando. - O que ela tem? - Eu pergunto baixinho a ela. - Coma Induzido. - Eu n**o com a cabeça ainda abraçada nela. Me solto dela depois de um tempo, olho pra ela enquanto me aproximava. - Você não quer passar aqui também? - Fernada pergunta - Não, eu já tô bem. - Digo secando minhas lágrimas, Tiro seu cabelo do rosto. Ela vai sair dessa, É tão nova, Amava fazer sua Faculdade vai ser uma grande Médica Cardiologista como ela sempre sonhou. (...)
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