Estou em frente a casa da minha mãe a quase meia hora sem coragem de entrar. Não sei como lidar com essa situação, contudo tenho que para de fugir. Respiro fundo algumas vezes antes de abrir a porta do meu carro e me dirigir a porta da casa dos meus pais, e a cada passo é como se uma tonelada fosse posta em minhas costas. E pensar que eu passei por tantos momentos aqui.... Vou até a porta marron e aperto a campainha, e em menos de dois minutos, minha mãe está diante de mim. Não dizemos nada, penas nos olhos, como se uma esperasse que a outra fosse uma miragem distorcida pela dor. Depois um tempo que me pareceu eterno, minha mãe da o primeiro passo e me abraça, e é nesse momento que ela desaba. Seu choro é tão sôfrego que dói em mim, mas eu não choro. Não consigo mais. _ vai ficar

