Natasha
O relógio da suíte marcava duas e meia da manhã quando entraram. Tirei os sapatos e fui para o bar tomar uma bebida. Ainda era muito cedo para dormir.
Olhou para o homem que desejava, tirando o paletó jogando sobre uma poltrona e abrindo os botões do punho.
Angnel não tinha trocado numa palavra com ela dentro da limusine, mas nota-se que ele estava agitado e impaciente. Alguma coisa o incomodava.
Quando estava no palco sempre o olhava para ver se estava tudo bem entre ele é Ramires. E percebeu que um ignorava o outro.
Assim que aceitou esta missão sabia o que enfrentaria e as situações que passaria. Só não esperava que ele se importasse tanto. Pelo visto estava enganada.
_ Vou tomar um banho. - lhe disse indo para uma das suítes.
_ Não. - Angnel me segurou pelo braço - Precisamos conversar. Por que não me disse que cantava?
Nunca tinha conhecido um homem tão sexy. Angnel tinha aberto alguns botões da camisa e a olhava daquela forma que tanto me excitava. O deseja loucamente como nunca desejou um homem em minha vida.
Mordi o lábio inferior excitada, amava aquele corpo musculoso e bronzeado. O peito largo e liso, os braços musculosos... apostava sua vida que ele tinha uma b***a espetacular. Sorri para mim mesma, pois sempre me pegava divagando de como seria estar nos braços dele. Hoje tiraria está dúvida.
Para que negar o que estava claro para si desde que o conheceu. Estava completamente apaixonado por Angnel.
_ Combinamos conversar abertamente depois de tudo isto acabar. - a mão dele me soltou e me virei para ele completamente - Não achei isto importante.
Viu dúvidas surgirem nos belos olhos e quis lhe tocar, mas precisava permanecer em meu lugar. Queria que ele lhe dissesse o que se passava em sua mente.
_ Fiquei muito surpreso! - ele lhe disse sério a observando - Gostei muito também.
Fiquei quieta apenas o observando.
_ Até a onde foi seu relacionamento com Ramires? - aquela era a pergunta chave.
_ Ramires estava tentando me conquistar quando o peguei com outra. Foi minha deixa para ir embora de vez. - expliquei ciente que não era isto que ele queria saber.
Angnel estava irritado e frustrado, vi isto quando ele fechou os olhos respirando fundo e passando as mãos pelos cabelos.
_ Pen...- chamou ele pelo meu verdadeiro apelido me deixando arrepiada - Me responda.
_ É passado. - argumentei me aproximando dele.
_ Preciso saber. - ele me acariciou os braços.
Me aproximei dele passando os braços pelo seu pescoço, encostando meu corpo no dele.
_ Quer mesmo saber? - lhe beijei o pescoço o fazendo suspirar e me abraçar - Faça amor comigo que você terá a resposta. - sussurrei ao seu ouvido.
_ Tem certeza? - me perguntou colocando as mãos em meus cabelos e retirando os grampos os soltando.
_ Eu te quero. - mordi seu lábio inferior o fazendo gemer - Me beije. Faça me sua. - implorou ao seu ouvido. - Gui...
Angnel gemeu alto antes de tomar minha boca em desespero. Ele me tomou no colo e levou quase correndo para a suíte.
_ Tire este vestido antes que eu o rasgue. - pediu a colocando no chão.
Sorrindo abri meu fecho lateral e deixei o vestido escorregar para o chão. Mostrando minha lingerie preta de renda dá o fazendo gemer. Fui até ele é comecei a desabotoar sua camisa.
Angnel me olhava com os olhos cerrados e respirava com força, observando cada movimento meu. Quando lhe tirei a camisa lhe beijei o peito forte.
_ Você vai me matar. - sussurrou ele ao meu ouvido passando a mão pelo meu corpo.
_ Me toque. - pedi lhe beijando.
Angnel voltou a me beijar e me levou para cama.
Quando o vi retirar a calça e voltar a se deitar comigo, tive um belo vislumbre do volume enorme em sua cueca box branca.
Senti a boca dele em cada pedaço de meu corpo e mãos habilidosas explorarem me acariciando, afagando e apertando.
Quando ele tirou a minha lingerie me senti exposta, mas ele afastou todas minhas preocupações com beijos e carícias.
Arfei quando ele tomou um de seus s***s na boca e gemi alto apertando a cabeça dele contra meu peito. Meu corpo parecia ter entrado em convulsão, pois começou a se esfregar nele pedindo por algo a mais.
_ Você é linda! - sussurrou ele ao seu ouvido - Te quero tanto que chega a doer. - ele estava com o rosto pairando sobre o meu e sorria feliz.
_ Me faça sua então. - o beijou trazendo para si.
O colocou de costa na cama e sorriu feliz.
_ Minha vez de explorar.
_ Sou todo seu. Faça comigo o que quiser. - Angnel sorriu abrindo os braços.
Feliz explorou cada pedacinho do corpo dele beijando e tocando cada cicatriz que encontrava. Angnel arfava e gemia a toque que eu dava. Quando comecei a beijá-lo do peito até o cós da box, passando a língua por ele pude ouvi-lo que eu ia acabar o matando. Motivada comecei a lhe tirar a box revelando um sexo orgulhoso em sua ereção magnífica. Nunca tinha prestado muito atenção no pênis dos homens que conheceu, mas o do Angnel lhe parecia muito diferente maior, mais grosso, com o eixo maior... Ele era de tirar o fôlego!
_ Não vou te machucar. - disse ele me olhando.
Estava fascinada não temerosa.
Sem se importar desceu sua cabeça e passou a língua na cabeça do seu pênis, fazendo gemer. Incentivada o chupou lentamente.
_ Meu Deus! - ele gritou gravando as mãos nos lençóis da cama.
Amou o gosto dele e os gemidos e palavras desconectados que ele dizia.
_ Vou gozar. - disse ele numa voz estrangulada - Meu Deus como isto é bom.
Sentiu os primeiros líquidos seminais em sua boca e se afastou dele.
_ Minha vez. - lhe disse Angnel a fazendo se deitar de costas e se posicionar entre suas pernas - Quero gozar dentro de você.
Antes que eu pudesse falar ele me chupou e lamber, me fazendo gritar de surpresa.
Meu corpo foi sacudido por tremores e um prazer enlouquecedor tomou conta de si.
_ Tão linda! - Angnel sussurrava entre minhas pernas.
_ Angnel...
_ Tão molhada! - enfiou um dedo dentro de mim e eu gritei surpresa.
_ Angnel...
_ Tão apertada! - colocou mais um dedo observando minhas reações.
O suor cobria nossos corpos e eu já estava à beira do desespero.
_ Gui... - o implorei.
Ele veio até a mim e me beijou se posicionando entre minhas pernas.
_ Estou tão duro que não sei se posso aguentar por muito tempo. - admitiu ele num suspiro penoso.
_ Preciso senti-lo agora. - lhe acariciei as costas.
Angnel se sentou sobre seus joelhos e a puxou para si guiando seu pênis para dentro de mim.
Joguei a cabeça para trás e tentei relaxar meu corpo o máximo que pude, sentindo minhas dobras se abrindo para ele entrar, para logo encontrar sua resistência.
Quase ri ao ver a cara dele de espanto quando descobriu.
Angnel se debruçou sobre mim novamente, me acariciando meu rosto afastando os fios de cabelo.
_ Devia ter me contado. - começou a beijá-la no pescoço - Eu teria sido mais atencioso.
_ Não pare. - implorei começando a me mover debaixo dele.
_ Calma meu amor. - respirou fundo em seu pescoço - Preciso me controlar. Não quero te machucar.
Sentia ele pulsar e respirar forte em seu pescoço.
_ Tem certeza? - me perguntou me encarando. Vi em seus olhos a dúvida é sabia que se eu pedisse para parar ele o faria.
_ Quero você. - lhe acariciei o rosto feliz - Escolhi você. - disse com sinceridade.
Beijei-o.
Senti quando as mãos dele começaram a me acariciar novamente me deixando louca de desejo. Quando relaxei ele me penetrou de uma vez. Seu grito se misturou com o meu, para logo relaxar um pouco. A dor era suportável e sentir Angnel dentro de si era mágico. Sentia que tinha sido totalmente preenchida. Que não havia um pedaço dentro do meu corpo que não foi tocado por ele. Vazia? Nenhum. Solidão? Nenhuma. Cada terminação nervosa minha estava agora consciente de Angnel. Ele me completava. Não conseguir conter os gemidos de prazer quando ele começou a se mover dentro de mim. Meus sonhos não chegavam nem perto das emoções que ele me fazia sentir.
_ Oh meu Deus... - gemeu ele quando eu o enlacei com a pernas o trazendo mais para mim.
_ Sim... - falei quando ele começou a se mover mais rápido. A sensação era intensa e aquilo estava se formando uma grande bolha dentro de si, pronta para explodir - Gostoso.
_ Sim. - concordou Angnel concentrado - Gostoso demais. - gemeu mudando de ângulo fazendo-me cravar as unhas em suas costas - Oh Deus... - ele me segurou com força e começou a estocar com mais força. - Goze amor. - pediu estrangulado se afastando de mim e começando a tocar seu c******s.
Sentiu meu corpo estremecer e ser invadida por um prazer tão grande e intenso que pensei que ia desmaiar.
_ Goze amor. - pediu ele novamente com uma expressão sofrida no rosto.
Não conseguiu evitar que uma forte onda de prazer me invadisse quando gritou o nome dele.
Angnel logo também gritou meu nome antes de senti-lo estremecer fortemente enquanto gozava forte dentro de si.
_ Minha mulher. - ele me disse antes de voltar a beijá-la e a puxar para seus braços.
Sorriu e o abracei forte esperando que seu coração voltasse ao normal. Nunca me senti tão feliz e completa.
_ Você está bem? - ele me puxou para cima e me olhou preocupado.
_ Sim. - respondi num sorriso - Chocado? - o perguntei me aproximando mais.
_ Sim. - ele respondeu num sorriso e depois gargalhou me fazendo acompanhá-lo - Desculpa. - me deu um beijo terno e me acariciou as costas - Me sinto honrado em ter sido seu primeiro homem. Também espero ser o último. - completou quase num sussurro.
Amava quando ele estreitava os olhos e me olhava daquele jeito faminto e possessivo.
_ Você foi o único que eu quis realmente de verdade. - confessei me aproximando mais dele.
_ E você é a única que quero em minha vida. - a beijou.
Estávamos numa briga deliciosa com as nossas bocas quando senti algo quente e dura em meu vente. Sem me conter eu gemi de puro t***o enquanto ele sorriu beijando meu pescoço. Não protestei quando ele me virou de lado e puxou contra si abrindo bem as minhas pernas as pousando sobre suas coxas.
Arfei em busca de ar, quando ele me tocou no clítoris o massageando enquanto beijava e mordiscava meu ombro e pescoço.
_ Preciso de você. - ele disse ao meu ouvido rouco de uma forma sexy que me deixou mais molhada.
Quando ele enfiou um dedo de mim eu gemi, quando ele enfiou mais dois e começou a espocar e girar eu me contorci contra ele que me mantinha presa no lugar. Não tive escolha senão gozar novamente contra os dedos hábeis dele. Sem esperar ele me penetrou por trás e gemeu.
_ Você e gostosa demais. Vou morrer dentro de você! - sussurrou ao meu ouvido respirando forte.
_ Me leva junto. - pedi rebolando sobre seu p*u o fazendo gemer.
_ Não faz isto. Não quero gozar agora. - pediu num sussurro sofrido.
_ Se mova rápido. - pedi descontrolada.
_ Você quer duro e rápido? - me perguntando mordendo meu ombro.
_ Sim. - respondi o segurando pelos braços.
Quando ele se retirou de dentro de mim senti frio e desespero e estava a ponto de reclamar quando ele me penetrou duro. Balancei a cabeça sorrindo ao senti-lo ir cada vez mais rápido, duro e fundo... Mesmo que seu corpo reclamasse depois, nada apagaria aquela sensação gloriosa. Sentiu um pouco de dor, desconforto novamente mas depois... prazer, muito prazer.
Angnel respirava forte atras de mim, enquanto gemia e falava que eu era somente dele, apenas dele, que só pertencia a ele...
Uma onda forte se formou dentro de mim no momento que senti o corpo dele estremecer e o meu acompanhar. Era forte demais para me conter e explodiu no exato momento quando Angnel gritou meu nome. Senti minhas paredes vaginais se contraírem enquanto ele gozava dentro de mim novamente.