Capítulo XXVI

2391 Palavras

# Elisabete                  Eu decididamente odeio o meu despertador, principalmente, em dias como hoje, chuvosos e frios. Sou obrigada a levantar da cama quente que me convida insistentemente ao observar que já estou atrasada. _ Droga! _ exclamo enquanto corro para o banheiro me arrumar.              Já se passou um ano desde aquele fatídico dia. Morro em São Paulo a 10 meses e aprende a viver um dia de cada vez. No final das contas, minha mãe tinha razão. Nada melhor do que o tempo. O tempo faz a dor suportável. Às vezes ainda acordo no meio da noite com pesadelos horríveis, suada e com lágrimas nos olhos. São nessas madrugadas solitárias que me permito chorar. Mas, no dia seguinte levanto novamente, brigando com a vida para viver de novo.              Arrumei um trabalho de um tur

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