Horas depois Aurora observava os vestidos dispostos sobre a cama, havia separado quatro deles. Mas por mais que os encarasse, e que tivesse separado os vestidos “menos formais” entre os trajes formais, ela não conseguia sequer imaginar qual deles era o mais adequado. Ou se algum deles chegava a ser adequado de alguma forma. Se ao menos pudesse pesquisar na internet, mas sempre que escrevia “trajes formais não tão formais” ou qualquer coisa similar, o resultado das buscas a deixava ainda mais confusa. Os quatro vestidos sobre a cama eram longos, três deles tinham fendas até o meio da coxa da saia. O primeiro vestido era preto, tomara-que-caia, justo no corpete, o mesmo vestido que deixara a vendedora triunfante na loja dias atrás. O segundo vestido era de cetim verde-água, com alças finas

