Hugo – Sério, Ruivinha, pode deitar. Eu não mordo – Hugo falou mais uma vez em tom quase sussurrado. Ele estava confortavelmente sentado na cama de Helen, com as costas apoiadas na cabeceira da cama, havia tirado os sapatos e as meias, o terno e a gravata. Também tinha arregaçado as mangas da camisa e se aconchegado em meio as almofadas perfumadas da cama da ruiva. Pelo que ela falou mais cedo ao entrar no quarto, Aurora não dormiria tão cedo. Não que Hugo estivesse reclamando. A cama de Helen era bem confortável e para completar era até engraçado vê-la parada perto da porta, completamente tensa e corando toda vez que ele a observava por mais de dez segundos. – Eu estou bem aqui – Helen encostou a cabeça na porta para escutar o barulho do outro lado, depois soltou um suspiro – Acho que

